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O Primeiro Banqueiro Negro do Brasil

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Qual o tempo que se precisa, para realizar o sonho de um Homem Negro?
O Primeiro Banqueiro Negro do Brasil
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Desde a abolição da escravidão no Brasil em 13 de maio de 1888 que um descendente de escravos tem um sonho de se tornar o primeiro banqueiro negro brasileiro a fim de poder representar a sua ancestralidade, bem como os seus contemporâneos, e o mais importante, resgatar os seus valores e autoestima.
Um Simples Pedaço de Papel!
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De Efeito Duvidoso e Desconhecido.
O Primeiro Banqueiro Negro do Brasil
Porque a história foi contada para apagar a verdade, como se a abolição da escravidão no Brasil tivesse sido um processo complexo, sem quaisquer garantias ou respeito aos escravos ou alforriados, querendo fazer crer que houve a influência de diversos fatores entre as quais, a mudança de postura de setores produtivos e a decadência do sistema escravista, postos de forma falaciosas como fatores que contribuíram para o fim da escravidão no país.
Daí, a necessidade de se conhecer da verdade!
Isto porque a ancestralidade do Povo Negro é um conjunto de fatores, que foram passados de geração em geração e estão diretamente ligados às origens das nossas famílias negras e pardas brasileiras.
E essas são as nossas heranças!
Já no que se refere a autoestima do Povo Negro, temos que uma mentira quando contada por várias vezes se torna uma verdade, mas continua em sua essência sendo uma mentira. Simplesmente pelo fato de que a autoestima é um elemento intrínseco à saúde emocional de qualquer indivíduo, moldando sua percepção de si mesmo e suas interações sociais. No entanto, para o Povo Negro, a construção e manutenção da autoestima muitas vezes estão atreladas a complexidades históricas e raciais que permeiam sua vivência diária.
Logo, a necessidade de seu resgate!
Porque simplesmente o Povo Negro não saiu de sua Terra Natal para fazer turismo em outros Continentes. Entre 1515 e 1865, foram escravizados cerca de 12,5 milhões de africanos somente no continente americano.

O Brasil foi o país que recebeu mais escravos africanos, cerca de 4 milhões. Nesse cruel e bárbaro período, os escravizados eram, na maioria, meninos e jovens de 8 a 25 anos, que eram trazidos em porões de navios escuros, sujos e quentes. As jovens meninas e mulheres eram capturadas e traficadas, para reprodução de novos escravos e satisfazerem através do estupro violento as lascivas de seus senhores proprietários, bem como para realizarem trabalhos diversos, entre os quais os domésticos.
O Primeiro Banqueiro Negro do Brasil
O Primeiro Banqueiro Negro do Brasil
Muitos escravos achavam que virariam comida ou seriam mortos de qualquer forma. A morte para muitos era a liberdade que seria abrandada ao recusarem se alimentarem ou para àqueles que se jogavam ao mar nas poucas horas em que podiam subir ao convés e ainda os que eram acometidos por doenças diversas entre elas a própria depressão que não era conhecida à época e culminava em morte, cujos os corpos eram todos lançados ao mar.
Foi por essa carnificina humana de escravizados que a rota dos tubarões à época restou alterada no Oceano Atlântico segundo Laurentino Gomes e Eliana Alves Cruz, ambos jornalistas e pesquisadores do tema escravidão que se tornaram autores do livro, “Escravidão”:

“Saíram da África 12 milhões e meio de seres humanos. Chegaram 10 milhões e 700 mil. Morreram na travessia 1 milhão e 800 mil pessoas. Se dividir isso pelo número de dias, dá 14 cadáveres, em média, lançados ao mar todos os dias ao longo de 350 anos. Um número tão alto que, segundo depoimentos da época, isso mudou o comportamento dos cardumes de tubarões no Oceano Atlântico, que passaram a seguir os navios negreiros”.

Os autores ainda asseveram, que:

“Foram 12,5 milhões de pessoas embarcadas nos navios negreiros – toda a população atual da cidade de São Paulo. Delas, 1,8 milhão morreu na travessia do Atlântico. Se somarmos a mortalidade no próprio continente africano, entre a zona de captura e sequestro e o litoral, e depois os três primeiros anos no Brasil, só um de cada dois sobrevivia.”
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Sem olvidar, a violência:
“Havia africanos que chegavam ao Brasil com cinco marcas de ferro quente. Quando se leem os anúncios de jornais sobre fugitivos, compra e venda de pessoas no século 19, as descrições mostram um massacre. Por último, a complexidade do escravismo.”

É fato incontroverso extraído da própria história que a essência virtuosa e guerreira do Povo Negro sempre foi pacífica e resiliente, ao ponto de se permitir ser escravizado ao longo de mais de 350 anos. Logo, não é justo atribuírem aos seus descendentes a culpa pelo caos da violência e miséria social que acometem todos os países que criminosamente constituíram riquezas às custas da mão escrava do Povo Negro.
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Nesse contexto, fica muito fácil de entender o racismo estrutural enquanto um conjunto de práticas, hábitos e falas que promovem o preconceito racial, mesmo que sem intenção, mas que hoje configura crime em todos os seus preceitos pela violência gratuita e desumana muito parecida com àquela praticada pelos dominantes do Povo Negro, que historicamente tinham a violência como única forma de reprimir ou controlar movimentos de resistência à liberdade oprimida.
Liberdade!
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Logo, a liberdade do Povo Negro sempre foi a busca pela ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano independentemente de sua cor!

Peremptoriamente não foi dado ao Povo Negro nenhuma opção com a edição da Lei Aurea, muito pelo contrário, forçosamente a campanha abolicionista, em fins do século XIX, mobilizou vastos setores da sociedade brasileira. No entanto, passado o 13 de maio de 1888, os negros foram abandonados à própria sorte, sem a realização de reformas que os integrassem socialmente. Por trás disso, havia um projeto de modernização conservadora que não tocou no regime do latifúndio e exacerbou o racismo como forma de discriminação.

Foi em virtude disso, que surgiram os quilombos urbanos conhecidos como favelas e hoje denominadas como comunidades. Largados a própria sorte, ou seja, abandonados por todos que usurparam seus sangues, seus suores, suas lágrimas, suas honras, suas dignidades, seus trabalhos e suas vidas.
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- Ora, incontroverso que não carregaríamos esse estigma perverso do preconceito racial, se nos enviassem de volta à nossa Terra Natal através dos mesmos navios que nos trouxeram, quais sejam os navios negreiros ou os navios tumbeiros, que têm esse nome como derivação de tumbas por conta da quantidade de pessoas que morreram no mar, regresso esse que se fazia por justiça em detrimento ao abandono, a falta de moradia, a fome, as doenças e as humilhações criadas pelos preconceito e racismo, independentemente de ainda existirem quaisquer referências lá deixadas, por que estamos falando de mais de 350 anos de escravidão.

Esta é uma história de tragédias, descaso, preconceitos, injustiças e dor. Uma chaga que o Brasil carrega até os dias de hoje, e ao invés do Estado Brasileiro se considerar culpado pelos crimes cometidos, acaba fomentando o preconceito assistencialista estatal sem dar aos descendentes do Povo Negro a dignidade e respeito que pretendem adquirir através de condições básicas para terem vida digna conquistada pelo acesso ao estudo qualificado e ao trabalho digno.
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O que já foi negligenciado no passado após a campanha que culminou com a abolição da escravidão, em 13 de maio de 1888, que os registros apontam como sendo a primeira manifestação coletiva a mobilizar pessoas e a encontrar adeptos em todas as camadas sociais brasileiras. No entanto, após a assinatura da Lei Áurea, não houve uma orientação destinada a integrar os negros às novas regras de uma sociedade baseada no trabalho assalariado.

- Se for possível, que alguém me responda: Como poderiam os escravos libertos sobreviverem dessa forma?
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Uma das percepções mais agudas sobre a questão foi feita em 1964 pelo sociólogo Florestan Fernandes (1920-1995). Em um livro clássico, chamado: “A integração do negro na sociedade de classes”, ele foi ao centro do problema:

“A desagregação do regime escravocrata e senhorial se operou, no Brasil, sem que se cercasse a destituição dos antigos agentes de trabalho escravo de assistência e garantias que os protegessem na transição para o sistema de trabalho livre. Os senhores foram eximidos da responsabilidade pela manutenção e segurança dos libertos, sem que o Estado, a Igreja ou qualquer outra instituição assumisse encargos especiais, que tivessem por objeto prepará-los para o novo regime de organização da vida e do trabalho. (...) Essas facetas da situação (...) imprimiram à Abolição o caráter de uma espoliação extrema e cruel”.

Patente que essa violência vil, espoliação extrema e cruel se propagaram em seu desiderato até chegarem ao tempo atual a fim de continuarem agredindo crianças, mulheres e homens negros que atuam em todos os seguimentos da sociedade, principalmente pela notoriedade daqueles que desempenham atividades artísticas e esportivas, bem como aos que desenvolvem carreiras no mundo dos negócios, que sofrem os mesmos acintes do passado e agora com o nítido propósito pérfido de novamente quererem nos restringir a subserviência como fizeram outrora com os nossos ancestrais mesmo diante de nossa representatividade de mais de 55,5% da população brasileira.
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É por esses motivos que não devemos nos oprimir há nem um tipo de violência!
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Isto porque, pessoas resilientes possuem maior capacidade de lidar com adversidades, superar problemas e encontrar soluções. Pessoas resilientes são mais produtivas, felizes e focadas em seus objetivos. São tão capazes ao ponto de encontrar a paz em meio ao caos. Enxergam os momentos negativos como lições importantes. São flexíveis consigo mesmas e conhecem seus pontos fortes e fracos. Possuem capacidades de refletir mesmo sob pressão, buscando soluções racionais. Sociedades e comunidades resilientes aprendem a partir das adversidades, da tentativa ao erro e da possibilidade de fazer experimentações. Cidades resilientes se adaptam para prever desastres naturais e trabalham se preparando para lidar com eles. A resiliência é fundamental para que o trabalho e os estudos não afetem a saúde mental. É importante encontrar sentido no trabalho, e não necessariamente na atividade que se faz. A resiliência na vida, consiste na superação de obstáculos e na forma de lidar com os desafios. Portanto, a resiliência é uma capacidade que cada pessoa tem de lidar com seus próprios problemas.
Sem olvidar, que o Povo Negro é Lindo!
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E para tanto, bastam nos darem uma oportunidade.
É por esses motivos virtuosos que o Povo Negro sobreviveu até os dias de hoje em decorrência de sua essência e de seu caráter estarem balizados na pacificação e na resiliência, enquanto bens morais e comportamentais que permitem que um descendente de escravos tenha um sonho de se tornar o primeiro banqueiro negro brasileiro.
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Tudo é possível!
A história nos traz a informação de que já houve no Brasil na época da escravidão um homem negro que se tornou banqueiro nos tempos do Império. Francisco Paulo de Almeida, era um próspero fazendeiro, dono de imensas fazendas de café, empresas, palácios, estradas de ferro, usina hidrelétrica e contraditoriamente possuía centenas de escravos.

Por seu extraordinário desempenho no mundo dos negócios recebeu o título de barão pela própria Princesa Isabel, quando passou a ser conhecido como o Barão de Guaraciaba. O título de Barão apenas o consagrou como nobre e homem de muitas posses que não o diferenciava de outros nobres da época se não fosse o fato de ser um homem negro em um país de escravos.

O historiador Carlos Alberto Dias Ferreira, autor do livro Barão de Guaraciaba: Francisco Paulo de Almeida: um negro no Brasil Império-Escravagista, afirma sobre o barão (Ferreira, Carlos Alberto Dias (2015). Barão de Guaraciaba: Francisco Paulo de Almeida: um negro no Brasil Império-Escravagista. [S.l.]: All Print Editora. 190 páginas. ISBN 9788541108287 Consultado em 12 de setembro de 2020):

“Não se trata de uma contradição ele ter sido negro e dono de escravos, pois tinha consciência do período em que vivia e precisava de mão de obra para tocar suas fazendas. E a mão de obra disponível era a escrava (Marcus Lopes (15 de julho de 2018). «A história esquecida do 1º barão negro do Brasil Império, senhor de mil escravos». BBC Brasil. Consultado em 7 de novembro de 2018).”
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E esse é o único registro de um banqueiro negro no Brasil.
É bom que não se tenha dúvidas de que quando o sonho é perseverado, por certo que será realizado e não importa o tempo.

Crente em seu desejo e na fé naquele que nos dá as oportunidades, que um descendente de escravos, no ano cristão de 2024, exatamente no dia 23 do mês de julho, constituiu o Banco Bantus pela junção de atividades específicas e similares extraídas das tecnologias das startups, metodologias bancárias, securitização de títulos de créditos, correspondente bancário e representação de bancos internacionais no Brasil.

O Banco Bantus foi constituído pela consciência humana e virtuosa de seu idealizador, Dr. Francisco Borges de Abreu Filho, enquanto jurista com expertises de décadas nos seguimentos empresarial, imobiliário, financeiro, bancário, fiscal entre outros.
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E principalmente pelo fato de seu idealizador e fundador ser um descendente de escravos, cujos valores herdados de seus antepassados fazem com que acredite no trabalho transformador como único capaz de mudar significativamente as vidas das pessoas e o seu próprio destino e habitat.

A consolidação do Banco Bantus se fez por meio da transmissão de valores morais de mulheres e homens negros e escravos, que ajudaram a construir uma grande nação brasileira tão diversa e promissora, onde o trabalho era o único meio de sobrevivência e a única forma de realização de sonhos.

É com esse objetivo que o Banco Bantus definiu a sua marca através de um símbolo que representasse a resiliência somada com a resistência, com o vigor e com a perseverança de um grupo ou de uma raça ou de um povo composto de pessoas comuns e especiais.
Por isso, que você deve fazer parte desse sistema inclusivo financeiro de pessoas e empresas até então oprimidas e excluídas, mas muito resilientes, onde os valores éticos e morais é o que mais nos importa, independentemente dos grupos sociais que pertence, as cores que representam, as raças que originam, o idioma que fala, a sua situação financeira, o lugar em que mora, o trabalho que realiza, o lugar que veio e a própria nação a que pertence.
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Sonho realizado.

Esse é o Banco Bantus S.A.

Seja sempre bem-vindo!

Francisco Borges de Abreu Filho
Presidente
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O foco inicial do Banco Bantus são as empresas de Médio Porte, também conhecidas como Middle Market com restrições cadastrais e creditícias, que são classificadas pelo Brasil através do BNDES...
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